Domingo, Junho 7, 2009

O teu ohar


 

 

 Eram 5 da manhã e Bernardo ainda esperava o comboio das 4:45.

Bernardo tinha uma vida muito aborrecida, muito séria e monótona. Os seus dias eram passados no trabalho que ficava em Lisboa, enquanto ele morava no Porto.

Tinha 25 anos, não era casado, era alto, olhos esbugalhados e cabelo ruivo. Era bastante antipático e arrogante e não tinha muitos amigos. Para dizer a verdade, tinha um único amigo, o seu colega de quarto.

Chegou o comboio e Bernardo entrou. Sentou – se num canto, longe de todos, como se quisesse estar só. Enquanto punha os auscultadores para ouvir música, entregava o bilhete ao revisor para este o picar.

Bernardo, ia olhando para a paisagem pela janela. Via a mesma paisagem todos os dias, mas nunca se aborrecia de a contemplar. Fazia – o lembrar a casa de campo onde tinha crescido. Era bastante acolhedora e Bernardo passara lá bons momentos com a sua família.

Preparava – se para começar a ler o livro “ A Relíquia”, quando, se aproxima uma senhora, que aparentava ter 20 e poucos anos. Era alta, cabelos acastanhados e uns lábios carnudos e vermelhos como se os tivesse pintado. Pediu para se sentar ao seu lado, porque se sentia incomodada no outro banco, longe daquele, onde se tinha sentado inicialmente. Bernardo respondeu positivamente desviando o seu saco de trabalho para a senhora se sentar. 

A senhora chamava – se Inês e morava nos arredores do Porto. Ia visitar a sua avó que estava adoentada, a Lisboa. Enquanto conversavam, Bernardo observava Inês, como se notasse algo de diferente no olhar dela. Tinha um olhar disperso e vazio como se não houvesse nada para ver naquele lugar. Ao mesmo tempo estava fascinado com a calma que aquele rosto transparecia. Foi então, que se apercebeu que era cega.

Sentindo – se observada, Inês perguntou se ele olhava para ela, por ela ser cega. Bernardo não respondeu, mas o seu olhar queria mostrar que sim.

Inês, começou então a contar o que se tinha passado, para ficar cega. Bernardo não tinha perguntado, mas queria fazê-lo. Inês disse que estava numa praia a olhar o mar, quando em volta dela apareceram uns rapazes, com uma moto4. Andaram a uma velocidade surpreendente, e a areia saltava – lhe para os olhos. Deixou de ouvir aquele ruído ensurdecedor. Doía-a - lhe bastante os olhos, quando tentava abri – los. Estava ali, sem ninguém para a socorrer. Só passado bastante tempo é que chegou alguém, e levou – a para o hospital. Já era tarde. Inês já era cega há 3 anos. Sempre ultrapassou as dificuldades sozinhas. Era bastante orgulhosa.    

Bernardo ia vendo a paisagem lá fora, enquanto ouvia aquela história impressionante.

Bernardo ficou silencioso durante muito tempo. Estava a pensar que sempre levou a vida muito seriamente e que se lha acontecesse alguma vez algo parecido, não tinha aproveitado momentos dela.

 Quando chegaram a Lisboa, Inês despediu – se de Bernardo, porque seria a primeira a sair.

Chegado ao ponto de saída dele, amarrou nas suas coisas e saiu do comboio, com um enorme sorriso na cara, por ter conhecido alguém, que lhe fez ver a vida de uma forma diferente.

 

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Carta para Ministro do Ambiente

Noémia Matos

Rua Gayo de Miranda

4750- 626 Barcelos

                        Ex.mo Senhor Ministro do ambiente

  Av. 24 de Julho, 541, 7º

                                                           1200- 034 Lisboa

Barcelos, 7 de Junho de 2009

 

    Senhor Ministro do Ambiente, venho por este meio informá-lo que cada vez mais o nosso planeta está a ser destruído, devido aos humanos poluírem cada vez mais.

Não falo só na poluição do solo, mas também atmosférica, aquática e sonora. Tudo isto está a destruir o nosso mundo aos poucos.

O modo de acabarmos com isto, implica uma viragem radical nas pessoas, o que não é possível em tão pouco tempo.

Cada vez mais, vemos as pessoas a deitarem lixo para o chão, usarem mais os automóveis, do que transportes públicos, e poluírem mais os rios, lagos e mares.

O que tento fazer, é com que Vossa Excelência apele às pessoas, pare que acabem com esta destruição ao nosso planeta. Tudo isto não só traz consequências para os humanos, mas também para a vida animal e a vida vegetal.

Espero que faça alguma coisa em relação a este assunto, pois queremos viver num mundo melhor e mais saudável.

 

 Com os melhores cumprimentos

 

Noémia Matos

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Segunda-feira, Junho 1, 2009

O que eu diria e perguntaria a um extraterrestre

    Na semana passada, na Terça – feira, depois do horário escolar, fui de bicicleta dar uma volta pelos terrenos do meu pai. Ao chegar a uma bouça, lá para os lados de Rodilhões, tive uma estranha visão.Eram cerca das 20:50, quando de súbito, avistei um vulto que na altura me pareceu ser uma pessoa. Como ainda era dia, sem pensar em mais nada, pousei a bicicleta e fui na direcção do vulto. Qual não foi o meu espanto, quando a cerca de 20 metros do vulto, reparei que aquele vulto era tudo menos um ser humano, ou pelo menos um ser como eu. A minha pulsação acelerou ao máximo, pensei que ia morrer de medo. Tentei voltar para trás mas, quando comecei a recuar, ouvi uns sons estranhos como se fossem grunhidos ou estalidos. Voltei – me para trás e reparei que aquele ser estranho vinha na minha direcção mas, pereceu - me que não vinha com más intenções, então esperei por ele. Comecei a reparar na sua forma de ser e notei que era um ser nunca antes visto. Como os humanos, tinha os membros superiores e inferiores mas, em vez das tradicionais roupas, estava revestido de uma indumentária metálica. A cabeça, como se de um robô se tratasse, tinha na cabeça 2 antenas como as das formigas. Os olhos, eram dois orifícios que mais pareciam ocos.
     O nariz não o vi, a boca era também como se de um robô se tratasse. Então começamos a dialogar. Ele começou por dar os estalidos com a língua, que eu não via, e uma espécie de grunhidos. Nunca soube o que isso significava. Estivemos assim alguns minutos, até que eu, perguntei falando e por gestos, de onde é que ele vinha. Levou – me muito tempo a receber a resposta mas, por meio de gestos compreendi que vinha de Marte. Era um marciano. Tornei a perguntar como era Marte, ao que depois de muito gesticular, disse – me que Marte era um sítio diferente do nosso. Era muito frio, desértico e pouco habitado. Perguntei – lhe também qual era a sua forma de alimentação e ele disse que em Marte, embora não houvesse tanta vida como na Terra, havia comida que chegasse para eles. Perguntei qual era a base da sua alimentação e ele disse que se alimentava de outros seres que havia em Marte e de uma espécie de vegetação que eu não soube decifrar qual era. Perguntei – lhe como tinha vindo até à Terra e ele levou - me para o interior da floresta, onde passados alguns km, avistei uma nave muito estranha. Convidou – me para entrar e eu com muito receio entrei. Era uma nave muito estranha, cheia de botões, alavancas, monitores e teclados com uns símbolos esquisitos. Entretanto, olhei para o relógio e já passava das 24h. Gesticulei, dizendo que tinha de ir para casa, ao que ele acedeu e acompanhou – me até ao sítio onde eu tinha deixado a bicicleta despedimo– nos e vim embora. No dia seguinte depois das aulas, fui outra vez ao mesmo sítio, procurei a nave mas, em vão. O sítio onde ela tinha estado, estava intacto como se nunca lá tivesse estado a dita nave. Foi a visão mais estranha que tive na minha vida, até hoje.
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Segunda-feira, Maio 18, 2009

Uma Verdadeira Amizade


 

Uma verdadeira amizade vale mais que tudo na vida. Um amigo verdadeiro, não é necessariamente alguém com quem estamos diariamente, mas sim alguém que mesmo estando longe, nos apoia nas situações mais difíceis da vida.

Tenho, para mim, apenas uma verdadeira amiga, não quer dizer que os outros também não o sejam, mas esta é diferente por várias razões, que não vou dizer agora.

Esta minha amiga já me deu várias provas da sua amizade, mas há uma que gostaria de partilhar.

Há algum tempo atrás, estava eu na escola e estava a ser acusada por uma colega minha, de uma coisa que eu não fiz. Então a minha amiga quando se apercebeu da discussão que sucedera, veio ter connosco e perguntou o que se passava. Ouviu a história das duas partes, e depois apoiou – me dizendo que e não era capaz de uma coisa daquelas. Nunca desconfiou de mim.

Acho isso, uma grande prova de amizade, porque ela não desconfiou de mim em vez alguma…

Ela é muito importante para mim, e não importa a distância que existe entre nós mas sim, o carinho, a preocupação e a confiança que nos rodeia a nós duas.

 

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Terça-feira, Abril 14, 2009

Excerto do livro- “Uma aventura no algarve” de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

«”Tchoc… Tic…” Uns estalidos fora da porta fizeram-na sentar-se na cama.
      — Que será isto? Ratos?
      Apurou o ouvido. As tábuas do chão rangiam muito ao de leve.
      — Parecem passos… Serão ladrões?
      Com um arrepio de medo e o coração a bater descompassado levantou-se e, em bicos de pés, foi tentar espreitar pela frincha da porta. Colocou a mão na maçaneta, segurando-a com força para a fazer rodar sem barulho.
      “Nháác… Tac…” Mal oleada, a maçaneta chiou e deu um estalo fortíssimo.
      — Bolas! Isto ouviu-se na casa toda…
      No patamar fez-se silêncio.
      “O melhor é gritar”, pensou. “Se são ladrões, preciso de ajuda! Vou gritar!”
      A Luísa abriu e fechou a boca várias vezes, sem conseguir emitir um único som.
      “Estou paralisada de medo! Tenho de reagir!”
      A sorte foi uma restolhada em tropel pela escada abaixo. Sem reflectir, abriu a porta com um repelão e gritou finalmente:
      — Quem está aí?!…
      “Pás! Pás! Tim… Terlim… Tim…” Alguém dera um pontapé violento nas portas de batente, ao fundo da escada, estilhaçando os vidros em mil bocados.
      — Socorro! Ladrões!
      A Luísa, a tremer dos pés à cabeça, acendeu a luz do corredor. Uma a uma, foram-se abrindo as portas dos quartos, assomando gente estremunhada.
      — O que foi?
      — É um tremor de terra!
      — Help! — gritava uma inglesa velha.
      — Acudam!
      Do andar de cima surgiu a tia, em roupão, e os três rapazes com os cães.
      — Soltem-lhe o Faial! Soltem-no!
      O Faial, assim que se sentiu liberto, disparou porta a fora a ladrar furiosamente. Em magote, os hóspedes da pensão foram atrás dele saindo para a rua… Mas não encontraram nada. Ouviram apenas ao longe o ruído de uma moto a afastar-se.
      — Seriam ladrões? — perguntou um senhor careca.»

                                                                                                    pg 52|53

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Segunda-feira, Abril 13, 2009

Resumo do livro:Queimada Viva

Souad era uma rapariga à qual foi incutida a doutrina Árabe. Esta, como todas as outras mulheres, era mal tratada, espancada, abusada sem qualquer direito de resposta. Filha de uma família numerosa com apenas um irmão, para infelicidade do pai, como qualquer mulher, Souad apaixonou-se e como consequência disso ficou grávida. Uma gravidez que veio contestar todos os costumes e por isso foi escondida. Até que um dia já não mais foi possível esconder. Como consequência a família jurou vingança pela sua honra. O cunhado, a mando dos pais, tenta queimá-la e, para sua infelicidade, não a consegue matar. Souad já no hospital, é alvo de um possível assassinato da parte da mãe.
Uma organização tenta salvá-la trazendo-a para a Europa, o que se conseguia mais tarde. Souad é tratada de forma muito terna e assim toma consciência que afinal que afinal o que lhe diziam sobre a terra dos pecadores, era verdade apenas para os ideais árabes. Viu-se confrontada com uma sociedade com liberdade de escolha com a qual nunca sonhara. O seu filho esteve na maternidade enquanto Souad estava no hospital. Mais tarde, o seu filho Marouan foi adoptado já com cinco anos, pensando ela que teria uma vida melhor. Souad apaixona-se uma segunda vez e casa, o que a leva a ter duas filhas. Durante muitos anos, Souad só foi ver três vezes o filho. Jacqueline a mulher que a salvou pediu-lhe que desse o seu testemunho escrevendo o livro. Souad foi ver pela quarta vez o filho. Todos se reconciliaram e os seus filhos dão-se lindamente. Marouan escreve uma carta à mãe a dizer que desde que a reencontrou, começou uma nova vida.

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Carta para o Dia Do Pai

Querido pai!

 

    Pai é uma palavra que todos sabemos proferir,

    Mas por vezes não sabemos qual o sentido dessa palavra.

    Para mim a palavra Pai

    Quer dizer que além de progenitor

    É também um amigo

    Que me apoiará no bem e no mal;

    Que nos diga quando estamos certos,

    Mas também quando estamos errados.

    Que nos faça sentir que somos amados por alguém.

    Por vezes não sinto isso da sua parte.

    Sinto que está distante, que pouco lhe importa se estou a sofrer

    Algumas vezes necessito de desabafar,

    Mas não sei com quem.

    Preciso tanto de si, pai!

    Fico triste quando me vem ao pensamento

    Que não quere saber de mim;

    Quando tento falar consigo

    Sobre mim

    E você não quer saber.

    Quando sou acusada de coisas que não fiz.

    Quando me ignora,

    Quando a sua preocupação está toda nos outros,

    E nem um pouco em mim.

    Agradeço por tudo o que me proporcionou até hoje,

    Mas, gostava também de sentir que

    Está comigo

    Para tudo o que acontecer,

    E que não serei sempre a culpada de tudo.

    Peço desculpa pelas minhas falhas como filha

    E como amiga.

    Acredito que tudo irá mudar para melhor

    E que a palavra Pai para mim,

    Terá um significado diferente do agora.

    Não posso também esquecer de proferir

    Os momentos bons que passámos.

    Admiro muito o seu esforço e a

    Sua coragem para enfrentar as coisas más da vida.

    Apesar de tudo sei que não faz

    Estas coisas por mal,

    E que tudo isto não passa de uma fase.

    Pai lembre – se que estás dentro do meu coração.

    Obrigado Pai!

 

                                                     Feliz dia do Pai!

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Terça-feira, Março 10, 2009

Carta de reclamação

Perelhal 29/03 de 2009

 

Exmo Srº Joaquim dos Santos Faria

Rua das Flores, nº 25 r/c

4750-525, Barcelos

 

 

 

 No passado dia 1 de Fevereiro, dirigi-me ao seu estabelecimento, sito na morada acima indicada, com a intenção de adquirir um sofá. Após escolher o modelo que me interessava, assinei a nota de encomenda e paguei o sinal exigido, no valor de 250€ (duzentos e cinquenta euros). No dia 21, foi-me entregue o sofá encomendado, mas, após breve análise, percebi que o mesmo tinha um defeito: um dos pés estava rachado.

Perante tal facto, recusei o sofá, solicitando que me fosse entregue outro exemplar, em bom estado, o mais depressa possível. No entanto, apesar de me dizerem que não haveria problema e que a entrega seria feita, o mais tardar, até ao final do mês, ainda continuo à espera.

Como é evidente, o atraso na resolução do problema tem trazido diversos transtornos à minha família. Por isso, venho exigir que o sofá me seja entregue, sem falta, dentro dos próximos 8 dias. Caso contrário, tenciono anular a referida encomenda e exigir a devolução do sinal.

Sem outro assunto de momento,

Noémia Matos

 

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Segunda-feira, Março 9, 2009

Comentário ao livro “Os filhos da Droga” de Christiane F.

 Começo por dizer que  demorei mais do que o previsto a ler este livro. Não quer dizer que desgostei, longe disto, mas havia partes do livro que me fez ficar bastante deprimida e não só como também aparecia partes deveras chocantes que me custava a ler… Mas li tudo e cheguei ao fim do livro.

O livro fez-me agarrar, apesar do horror que é o mundo da droga, porque a Christiane era diferente. À medida que fui lendo, compreendi perfeitamente porque é que ela se meteu na droga. Talvez, se eu estivesse no lugar dela, teria feito o mesmo, só para estar integrada no grupo de amigos que à primeira vista pareciam bastante bons, seguros e confiantes. Depois, quando metida na droga, é tudo tarde demais. O “turkey”, um sintoma da falta de droga, é um tormento horrível… Por isso, eles não conseguiam parar, tomavam droga para fazer desaparecer o “turkey”. Para obter droga, era preciso dinheiro e ganhavam-no desde o roubo à prostituição. Christiane era muito nova, só tinha 13 anos quando se meteu nisto. Maquilhava-se e vestia-se para se parecer mais velha. Ela amava os animais e a natureza, era incapaz de violência e tinha uma grande sensibilidade.
Recomendo este livro aos meus colegas, pois como referi antes, custou a ler, mas foi um dos livros que mais apreciei, e que me fez ver que o mundo não é por vezes o que nos querem fazer crer.

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Quinta-feira, Março 5, 2009

Advérbios

Advérbios

·        De lugar – abaixo, acima, acolá, adiante, aí, além, algures, ali, antes, aonde, aquém, aqui, atrás, cá, debaixo, defronte, dentro, detrás, fora, junto, lá, longe, onde, perto.

 

 

·        De tempo – agora, ainda, amanhã, anteontem, antes, antigamente, breve, cedo, dantes, depois, doravante, enfim, então, entretanto, hoje, já, jamais, logo, nunca, ontem, outrora, sempre, tarde.

 

·        De modo – assim, aliás, bem, como, debalde, depressa, devagar, mal, melhor, pior, quase, sobremaneira, sobretudo (e muitos outros advérbios acabados em – mente).

 

·        De intensidade (ou quantidade) – assaz, bastante bem, demasiado, demasiadamente, mais, menos, muito, pouco, quão, quanto, quase, tanto, tão.

 

·        De afirmação – certamente, decerto, efectivamente, já, realmente, sim, também.

 

·        De negação – jamais, não, negativamente, nunca.

 

·        De inclusão – até, inclusivamente, mesmo, também.

 

·        De exclusão – apenas, exclusivamente, salvo, senão, simplesmente, sã, somente, unicamente.

 

·        De dúvida – acaso, somente, porventura, possivelmente, provavelmente, quiçá, talvez.

 

·        De designação – eis

 

·        Interrogativas:

 

- De lugar: onde (é que vais)?

- De tempo: quando (chegaste)?

- De modo: como (te sentes)?

- De causa: porque (não te ris)?

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